Archive for agosto, 2006

ago 31 2006

Arte de programar…

Publicado por Laureano sobre Zen

A arte de programar consiste na arte de organizar e dominar a complexidade.

Edsger Dijkstra (1930-2002)

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ago 25 2006

Série Murphy

Publicado por Laureano sobre Murphy

É impossível criar qualquer coisa a prova de imbecis. Os idiotas são muito inventivos.

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ago 15 2006

Coquetel de lançamento do livro de Máquinas Virtuais

Pessoal,

Convido a todos para participar do coquetel do lançamento do livro “Máquinas Virtuais e Emuladores”. O conquetel vai ser no dia 17/08 (quinta-feira) as 19:00. O local vai ser a loja FNAC do Park Shopping Barigui aqui em Curitiba.

Máquinas Virtuais e Emuladores.

As 19:30 haverá uma palestra apresentando alguns temas interessantes a respeito do assunto. A palestra fala sobre o fato de a tecnologia, antes restrita aos mainframes, estar hoje disponível para computadores portáteis e sendo utilizada em uma gama enorme de aplicações (como no ensino em universidades, contingência e migração de servidores, serviços de hospedagem, aplicações de segurança, etc). Os presentes receberão dicas valiosas para instalação, análise e teste das principais tecnologias de máquinas virtuais e emuladores disponíveis para os ambientes Linux e Windows.

Conto com a presença de todos.

Maiores detalhes sobre o livro, vocês podem obter em:
http://www.novateceditora.com.br/livros/maquinasvirtuais/
http://www.mlaureano.org/

Os eventos promovidos pela Fnac Curitiba acontecem no Fórum de Eventos Curitiba, localizado � Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 Lj.101 - Barigui - CURITIBA - Telefone (41) 2141-2000.

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ago 07 2006

Sucesso segundo Albert Einstein

Publicado por Laureano sobre Zen

A fórmula para o sucesso é: A=X+Y+Z, onde A é sucesso, X é trabalho, Y é lazer e Z é boca fechada.

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ago 02 2006

Onde comprar o livro de máquinas virtuais…

Publicado por Laureano sobre Administração, Projetos

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ago 02 2006

Provérbio Budista

Publicado por Laureano sobre Zen

Esta é uma história sobre quatro pessoas: Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria. Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez. Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém não imaginou que Todo Mundo deixasse de fazer.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.

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