Este
guia não pretende ser definitivo, ele somente é utilizado para fins de ensino.
Qualquer configuração adicional é bom olhar no próprio manual que acompanha o
software.
Criado
por: Marcos Aurelio Pchek Laureano
Última alteração: 07/11/2002
Considerações
O
objetivo principal de um servidor proxy é possibilitar que máquinas de uma rede
privada possam acessar uma rede pública, como a Internet, sem que para isto
tenham uma ligação direta com esta. O servidor proxy costuma ser instalado em
uma máquina que tenha acesso direto à Internet, sendo que as demais efetuam as
solicitações através desta. Justamente por isto este tipo de servidor é chamado
de proxy, pois é um procurador, ou seja, sistema que faz
solicitações em nome dos outros.
Um
servidor proxy para o protocolo http, por exemplo, pode ter outras
funcionalidades implementadas. Visto que todas as solicitações de páginas
efetuadas pelas máquinas da rede privada serão feitas através dele, é muito
útil armazenar localmente as páginas que foram solicitadas, permitindo que os
próximos acessos, efetuados por quaisquer máquinas da rede, possam ser
otimizados. Este conceito é chamado de caching, e vários servidores
proxy na verdade são servidores proxy cache. Pelo mesmo motivo, também é
possível implementar uma funcionalidade que permita controlar o que os clientes
podem acessar e em que momento. Um servidor proxy também pode implementar o NAT
(Network Address Translation – Tradução de Endereços
de Rede). O NAT é tecnicamente a função de um portal de nível de rede, mas
alguns fornecedores também incluem este recurso em seus produtos e servidores
proxy.
Os
servidores de proxy cache são implementados na camada de aplicativo e processam
protocolos Internet específicos, tais como http e FTP. São definidas regras no
servidor proxy para determinar como um pedido de estação de trabalho deve ser
processado.
Uma
das principais tarefas de um servidor proxy é armazenar temporariamente páginas
da Web e arquivos de FTP para clientes proxy. Esses tipos de servidores proxy
são chamados de servidores de cache proxy. O cache aumenta o desempenho da rede
ao reduzir a quantidade de dados que são transferidos de fora da rede local.
Para
implementar o proxy caching, cada estação de trabalho da rede é configurada
como um cliente proxy para um determinado serviço. Por exemplo, um cliente proxy
Web iria configurar seu navegador (browser) para reconhecer o
servidor proxy. Quando um cliente fizer um pedido no navegador para baixar uma certa página, o navegador
fará o pedido ao servidor proxy. O servidor proxy contém armazenadas as páginas
visitadas recentemente. Este cache contém as páginas Web que as estações de
trabalho em toda a rede baixaram recentemente.
O
servidor proxy verifica o seu cache para
ver se a página da está disponível. Se a página estiver disponível no cache
será enviada ao cliente a página armazenada. Se a página não estiver no cache,
o servidor proxy baixará do site em questão, armazenará essa página no seu
cache e a enviará à estação de trabalho.
Para garantir que as páginas no cache não estejam
desatualizadas, os dados do cache proxy expiram após um tempo pré-determinado.
No squid, esta configuração é chamada de tempo de
renovação
de objeto (som, vídeo, arquivos texto, etc... ).
Este processo
aumenta o desempenho da rede porque a página é baixada imediatamente para o
cliente a partir do servidor proxy, evitando ter de baixá-la da Internet.

Tradução de Endereços de
Rede.
Muitos
servidores proxy são distribuídos com a função de NAT. A NAT permite que o
endereço de rede interno de uma empresa seja ocultado da Internet. A empresa é
representada na Internet como um endereço de IP não relacionado com os
endereços de IP internos.
Utilizando
um servidor proxy, todo o tráfego de dentro da empresa destinado à Internet é
enviado para o servidor proxy. O proxy dá cada pacote um outro endereço de IP
antes transmiti-lo pela Internet. Quando o pacote de resposta chega, o servidor
proxy o envia ao servidor apropriado da empresa que havia feito o pedido. Este
procedimento protege os endereços verdadeiros da rede interna da Internet,
dificultando o ataque de um hacker ao sistema, já que o endereço do sistema
protegido não é conhecido e não fica diretamente acessível a partir da
Internet.

Os
2 serviços são colocados no perímetro da rede. Ambos funcionam como um
intermediário entre uma LAN e a Internet. Ambos possuem a capacidade de filtrar
o tráfego transmitido para dentro e para fora da rede. Ambos utilizam regras
para determinar se certos tipos de tráfego terão autorização para passar pelo
servidor ou se serão descartados.
O
que acontece é que o filtro de pacotes não penetra tão fundo no pacote como o
servidor proxy. O filtro de pacotes analisa o tráfego nas camadas de rede
(camada 3) e de transporte (camada 4) do modelo OSI. Por exemplo, um filtro de
pacotes determinará se autoriza a passgem de um endereço ou de uma certa faixa
de endereços IP. Se a sua rede é atacada a partir de uma faixa constante de
endereços de IP, você pode criar uma regra para descartar todos os pacotes que
se originarem dessa faixa. Você pode filtrar o tráfego por serviço ou número de
porta (por exemplo), criando uma regra que descarte todo o tráfego direcionado
a certas portas de escuta, tais como FTP, rlogin e tráfego Telnet, ou dentro de
uma faixa de números de portas. Você pode filtrar pacotes ICMP por tipo ou
código, o que permite descartar somente certos tipos de tráfego ICMP. Isto
ajuda na sua proteção contra ataques comuns de denial-of-service distribuídos (DDOS). Como
os filtros de pacotes trabalham nessas camadas, são muitas vezes implementados
em roteadores no perímetro da rede.
O
servidor proxy é capaz de analisar pacotes na camada de
aplicativo (camada 7). Isto oferece uma flexibilidade muito maior, porque
permite que o tráfego dentro de um serviço, como o tráfego da porta 80 (http)
possa ser filtrado. Como mencionado anteriormente, isto permite que os
servidores proxy analisem o tráfego http ou FTP, e determinem se deve ou não
passar. Se houver uma regra que impeça a passagem de qualquer endereço WEB que
contiver a palavra “sexo”, então qualquer pedido de URL http que contiver
“sexo” será descartado.

O
servidor Squid Web Proxy Cache é
gratuito e funciona em código aberto para Unix e Linux. Ele permite que os
administradores implementem um serviço de proxy
caching
para Web, acrescentem controles de acesso (regras), e armazenem até mesmo
consultas de DNS.
O
Squid originou-se de um programa desenvolvido pelo projeto Harvest chamado cached (Cache Daemon). A National Science Foundation (NSF) financia o
desenvolvimento do Squid através do National Laboratory of
Network Research (NLANR).
O
Squid é um Web proxy cache que atende à
especificação HTTP 1.1. É utilizado somente por clientes proxy, tais como
navegadores Web que acessem à Internet utilizando HTTP, Gopher e FTP. Além disso,
ele não trabalha com a maioria dos protocolos Internet. Isto significa que ele
não pode ser utilizado com protocolos que suportem aplicativos como
vídeo-conferência, newsgroups, RealAudio, ou videogames como o Quake ou Counter Strike. O principal motivo destas limitações é que o Squid não é compatível com
programas que utilizem UDP. O Squid usa o UDP somente para comunicação
inter-cache.
Qualquer
protocolo de cliente suportado pelo Squid deve ser enviado como um pedido de
proxy no formato HTTP. A maioria dos navegadores suporta esta função, portanto,
os protocolos FTP, HTTP, SSL (Secure Socket Layer), WAIS (Wide Area Information Server) são suportados na maioria das redes que utilizam o
Squid.
Os
protocolos funcionarão se você os solicitar utilizando o seu navegador e se ele
estiver configurado como um cliente proxy para o servidor Web proxy cache.
O
Squid também suporta protocolos internos e de administração. Tais protocolos
são usados entre os caches que puderem existir em outros no mesmo ou em outros
servidores de proxy-caching, ou para a administração
de um proxy cache.
Internet Cache
Protocol (ICP) –
Consulta outros caches sobre um determinado objeto;
Cache Digest – Obtém um índice de
objetos de outros caches;
HTTP – Obtém os objetos de outros caches;
Hypertext Caching
Protocol (HTCP)
– Está sendo incluído no Squid;
Simple Network
Management Protocol (SNMP) – Obtém informações sobre o proxy e as envia a uma Network Management Station (NMS) para análise.
O
Squid utiliza mais recursos de sistema do que outros aplicativos. Os dois
principais subsistemas de hardware que o Squid utiliza e deve ter um bom
desempenho é o tempo de busca aleatória e a quantidade de memória no sistema.
Tempo de busca aleatória em disco – Para um proxy cache, o tempo de busca
aleatória deve ser o mais baixo possível. O problema é que os sistemas
operacionais procuram aumentar a velocidade de acesso em disco utilizando
vários métodos que geralmente reduzem o desempenho do sistema;
Quantidade de memória do sistema – A memória RAM é extremamente importante
para a utilização de um proxy cache. O Squid mantém uma tabela na memória RAM
sobre os seus objetos. Se uma parte dessa tabela tiver que sofrer swapping, o
desempenho do Squid será bastante degradado. O Squid é um processo, então
qualquer swapping tornará o programa mais lento. Por exemplo, se você tiver 16
GB armazenados no cache, precisará de 96 MB (aproximadamente) de RAM para o
indíce de objetos.
Outros
requisitos do sistema, como velocidade de CPU, não são tão importantes assim. A
velocidade do processador somente será notado durante o início do sistema
(durante a criação do indíce de objetos). Um sistema multiprocessado não
constuma fazer diferença no desempenho do proxy cache, pois o Squid contém uma
pequena porção de código encadeado.
Você
pode baixar a versão binária (código executável) que acompanha a sua
distribuição, mas o ideal é baixar os códigos fontes do site do Squid e compilar.
Procure
a última versão para download (quando este manual foi
escrito a última versão disponível era 2.5.STABLE1 ) e baixe o arquivo squid-2.5.STABLE1.tar.gz.
É
necessário criar um usuário para squid. É com este usuário que o squid irá ser
ativado. Algumas distribuições já criam o usuário por padrão (depende do perfil
de instalação solicitado)
Execute
o comando finger para verificar se o usuário já está cadastrado:
# finger squid
Deverá
surgir informações parecidas com esta:
Login:
squid Name: (null)
Directory:
/var/spool/squid Shell: /dev/null
Never
logged in.
No mail.
No Plan.
Se
o comando finger não funcionar, você pode utilizar o comando grep.
# grep squid /etc/passwd
Se
aparecer informações como abaixo, o usuário já está cadastrado.
squid:x:23:23::/var/spool/squid:/dev/null
Execute
os seguintes comandos para cadastrar um usuário:
Execute
os seguintes comandos para cadastrar um usuário:
#
groupadd squid
# useradd
–g squid –s /dev/null squid >/dev/null 2>&1
Execute
o comando (copie o arquivo para o diretório /tmp ou algum outro da sua
preferência):
# tar
zxvf squid-2.5.STABLE1.tar.gz
Neste
momento você deve ter um diretório chamado squid.2.5.STABLE1 no seu diretório atual.
Agora
temos que compilar e instalar o Squid, acesse o diretório e execute os
comandos.
#
./configure --prefix=/usr/local/squid
# make all
# make install
Utilizando o arquivo
/etc/squid/squid.conf
vamos configurar o Squid. Este arquivo define as configurações, tais como o
número da porta HTTP em que o Squid ouvirá os pedidos HTTP, pedidos de entrada
e saída, informações de timeout e dados de acesso ao firewall. O arquivo foi
criado durante a instalação do Squid.
O
arquivo squid.conf é definido com as configurações padrão do Squid e pode ser
utilizado após várias modificações. É necessário realizar as alterações, pois
por padrão, o squid.conf nega o acesso a todos os navegadores. O Squid será
completamente inútil até que você faça as alterações no arquivo.
Cada
opção de configuração no squid.conf é identificada como uma tag.
Cada tag é uma configuração do Squid. Por exemplo, a
definição de porta de pedido de cliente HTTP é identificada pela tag http_port. O arquivo squid.conf estará localizado no diretório
/usr/local/squid/etc (no meu exemplo), se você instalar através de um pacote
binário o arquivo pode estar no diretório /etc ou /etc/squid. O arquivo de
configuração do squid é auto-documentável, ou seja, todas as tags possuem uma
explicação sobre a configuração. Veja o exemplo:
# TAG:
http_port
# Usage:
port
#
hostname:port
#
1.2.3.4:port
#
# The
socket addresses where Squid will listen for HTTP client
#
requests. You may specify multiple socket addresses.
# There
are three forms: port alone, hostname with port, and
# IP
address with port. If you specify a hostname or IP
#
address, then Squid binds the socket to that specific
#
address. This replaces the old 'tcp_incoming_address'
# option.
Most likely, you do not need to bind to a specific
#
address, so you can use the port number alone.
#
# The
default port number is 3128.
#
# If you
are running Squid in accelerator mode, then you
#
probably want to listen on port 80 also, or instead.
#
# The -a command
line option will override the *first* port
# number
listed here. That option will NOT override an IP
#
address, however.
#
# You may
specify multiple socket addresses on multiple lines.
#
# If you
run Squid on a dual-homed machine with an internal
# and an
external interface then we recommend you to specify the
#
internal address:port in http_port. This way Squid will only be
# visible
on the internal address.
#
#Default:
#
http_port 3128
Por
padrão, todas as linhas do Squid estão desabilitadas. Para habilitar, devemos
retirar o caracter # que aparece antes da tag. Se você não modificar o
arquivo de configuração, o Squid rodará com as configurações padrões.
Esta
tag identifica o servidor do proxy, a configuração padrão é none,
neste caso o Squid pegará o retorno da função gethostname(). Caso apareça alguma
mensagem de erro, você deverá configurar esta tag.
A
mensagem de erro:
FATAL:
Could not determine fully qualified hostname. Please set 'visible_hostname'
Squid
Cache (Version 2.5.STABLE1): Terminated abnormally.
CPU
Usage: 0.008 seconds = 0.006 user + 0.002 sys
Maximum
Resident Size: 0 KB
Page
faults with physical i/o: 238
Aborted
Onde
está:
# get
errors about IP-forwarding you must set them to have individual
# names with
this setting.
#
#Default:
# none
Deixe:
# get
errors about IP-forwarding you must set them to have individual
# names
with this setting.
#
#Default:
# none
visible_hostname nomedoseuservidor
Se
não aparecer nenhuma mensagem, o squid está executando. Para confirmar, execute
o comando:
# ps aux
| grep squid
Esta
tag configura a porta HTTP onde o Squid ouve os clientes proxy. A porta padrão é a 3128. A porta 8080 também costuma ser utilizada. É
possível configurar as duas portas para o Squid aceitar as requisições.
Abra
o arquivo squid.conf procure a tag para realizar a configuração.
#
internal address:port in http_port. This way Squid will only be
# visible
on the internal address.
#
#Default:
#
http_port 3128
Mude para:
#
internal address:port in http_port. This way Squid will only be
# visible
on the internal address.
#
#Default:
http_port
3128 8080
Esta
tag define onde os dados do cache serão armazenados.
Você poderá definir outros diretórios, bastando para tal, incluir novas tags
cache_dir.
O
padrão é:
# ones
with no max-size specification last.
#
#Default:
# cache_dir ufs /usr/local/squid/var/cache 100 16
256
Caso
não seja necessário mexer nesta configuração, não é necessário habilitar a
linha
|
Valor da Tag |
Descrição |
|
cache_dir |
Define
os valores do diretório de cache utilizado pelo Squid. |
|
ufs |
O
Squid assume a utilização de um sistema de arquivos Unix (ufs) para o sistema
de armazenamento do cache. |
|
/usr/local/squid/var/cache |
O
diretório de todos os objetos armazenados no cache será neste diretório. |
|
100 |
Quantidade
de dados armazenados que o Squid colocará no diretório de cache. O tamanho
padrão do cache é de 100 MB. |
|
16 |
Define
o número de subdiretórios a serem criados no cache. O Squid divide os objetos
armazenados no cache entre esses subdiretórios para agilizar o acesso aos
dados. Por exemplo, o Squid encontrará um objeto muito mais rapidamente
buscando em diversos diretórios no cache, em vez de buscar em um único diretório
com centenas de milhares de objetos. |
|
256 |
Define
o número de subdiretórios secundários a serem criados no cache. Se o seu
cache for extremamente grande, você deverá aumentar estes valores. Para a maioria
das implementações, estes valores de subdiretório são suficientes. |
Esta
tag permite a definição de uma lista de acesso. A lista
de acesso pode conter endereços de IP de clientes, uma faixa de endereços, o
endereço de um servidor de URL, endereço de uma máquina local ou domínios.
Qualquer lista de acesso que você definir utilizando esta tag
poderá ser utilizada mais tarde para permitir ou negar pedidos ao servidor de
cache.
Vamos configurar o Squid para negar sites com a
palavra “sexo” na URL:
Onde está:
#acl
fileupload req_mime_type -i ^multipart/form-data$
#acl
javascript rep_mime_type -i ^application/x-javascript$
#
#Recommended
minimum configuration:
acl all
src 0.0.0.0/0.0.0.0
acl
manager proto cache_object
acl localhost
src 127.0.0.1/255.255.255.255
acl
to_localhost dst 127.0.0.0/8
acl
SSL_ports port 443 563
acl
Safe_ports port 80 # http
acl
Safe_ports port 21 # ftp
acl
Safe_ports port 443 563 # https, snews
acl
Safe_ports port 70 # gopher
acl
Safe_ports port 210 # wais
acl
Safe_ports port 1025-65535 # unregistered ports
acl
Safe_ports port 280 # http-mgmt
acl
Safe_ports port 488 # gss-http
acl
Safe_ports port 591 # filemaker
acl
Safe_ports port 777 # multiling http
acl
CONNECT method CONNECT
Deixe:
#acl
fileupload req_mime_type -i ^multipart/form-data$
#acl
javascript rep_mime_type -i ^application/x-javascript$
#
#Recommended
minimum configuration:
acl all
src 0.0.0.0/0.0.0.0
acl
blockedsites url_regex -i “/usr/local/squid/etc/sitesblock.txt”
acl
unblockedsites url_regex -i “/usr/local/squid/etc/sitesunblock.txt”
acl
manager proto cache_object
acl
localhost src 127.0.0.1/255.255.255.255
acl
to_localhost dst 127.0.0.0/8
acl
SSL_ports port 443 563
acl
Safe_ports port 80 # http
acl
Safe_ports port 21 # ftp
acl Safe_ports
port 443 563 # https, snews
acl
Safe_ports port 70 # gopher
acl
Safe_ports port 210 # wais
acl
Safe_ports port 1025-65535 # unregistered ports
acl
Safe_ports port 280 # http-mgmt
acl
Safe_ports port 488 # gss-http
acl
Safe_ports port 591 # filemaker
acl
Safe_ports port 777 # multiling http
acl
CONNECT method CONNECT
Dentro
do arquivo sitesblock.txt você colocará as palavras
e sites que deseja bloquear, no arquivo sitesunblock.txt você coloca os sites que
deseja autorizar. Por exemplo, se você colocar a palavra “sexo” dentro do
arquivo sitesblock.txt, estará bloqueandos sites
como www.sexo.com.br e www.sexoesaude.com.br.
No caso de você querer liberar algum site (como www.sexoesaude.com.br),
você deve colocar dentro do arquivo sitesunblock.txt o site a ser liberado.
Você
deve configurar outras tags para garantir e melhorar
o controle de sites bloqueados (para evitar que alguém acesse a Internet sem
passar pelo proxy). Abaixo será listado o
que deve ser feito, qualquer dúvida consulte o manual do software para maiores
referências a respeito das tags.
Tag httpd_accel_host e
httpd_accel_port
Onde
está:
# HTTPD-ACCELERATOR OPTIONS
#
-----------------------------------------------------------------------------
# TAG: httpd_accel_host
# TAG: httpd_accel_port
# If you want to run Squid as an httpd
accelerator, define the
# host name and port number where the real
HTTP server is.
#
# If you want IP based virtual host support
then specify the
# hostname
as "virtual". This will make Squid use the IP address
# where it accepted the request as hostname in
the URL.
#
# If you want virtual port support then
specify the port as "0".
#
# NOTE: enabling httpd_accel_host disables
proxy-caching and
# ICP. If
you want these features enabled also, then set
# the 'httpd_accel_with_proxy' option.
#
#Default:
# httpd_accel_port 80
Deixe:
#
HTTPD-ACCELERATOR OPTIONS
#
-----------------------------------------------------------------------------
# TAG: httpd_accel_host
# TAG: httpd_accel_port
# If you want to run Squid as an httpd
accelerator, define the
# host name and port number where the real
HTTP server is.
#
# If you want IP based virtual host support
then specify the
# hostname
as "virtual". This will make Squid use the IP address
# where it accepted the request as hostname in
the URL.
#
# If you want virtual port support then
specify the port as "0".
#
# NOTE: enabling httpd_accel_host disables
proxy-caching and
# ICP.
If you want these features enabled also, then set
# the 'httpd_accel_with_proxy' option.
#
#Default:
httpd_accel_host
virtual
httpd_accel_port 80
Tag httpd_accel_with_proxy
Onde
está:
# TAG:
httpd_accel_with_proxy on|off
# If you want to use Squid as both a local
httpd accelerator
# and as a proxy, change this to 'on'. Note
however that your
# proxy users may have trouble to reach the
accelerated domains
# unless their browsers are configured not to
use this proxy for
# those domains (for example via the no_proxy
browser configuration
# setting)
#
#Default:
#httpd_accel_with_proxy
off
Deixe:
# TAG:
httpd_accel_with_proxy on|off
# If you want to use Squid as both a local
httpd accelerator
# and as a proxy, change this to 'on'. Note
however that your
# proxy users may have trouble to reach the
accelerated domains
# unless their browsers are configured not to
use this proxy for
# those domains (for example via the no_proxy
browser configuration
# setting)
#
#Default:
httpd_accel_with_proxy
on
Tag httpd_accel_uses_host_header
Onde está:
# TAG:
httpd_accel_uses_host_header on|off
# HTTP/1.1 requests include a Host: header
which is basically the
# hostname from the URL. The Host: header is used for domain based
# virutal hosts. If your accelerator needs to
provide domain based
# virtual hosts on the same IP address then
you will need to turn this
# on.
#
# Note that Squid does NOT check the value of
the Host header matches
# any of your accelerated server, so it may
open a big security hole
# unless you take care to set up access
controls proper. We recommend
# that this option remain disabled unless you
are sure of what you
# are doing.
#
# However, you will need to enable this option
if you run Squid
# as a transparent proxy. Otherwise, virtual servers which
# require the Host: header will not be
properly cached.
#
#Default:
#
httpd_accel_uses_host_header off
Deixe:
# TAG:
httpd_accel_uses_host_header on|off
# HTTP/1.1 requests include a Host: header
which is basically the
# hostname from the URL. The Host: header is used for domain based
# virutal hosts. If your accelerator needs to
provide domain based
# virtual hosts on the same IP address then
you will need to turn this
# on.
#
# Note that Squid does NOT check the value of
the Host header matches
# any of your accelerated server, so it may
open a big security hole
# unless you take care to set up access
controls proper. We recommend
# that this option remain disabled unless you
are sure of what you
# are doing.
#
# However, you will need to enable this option
if you run Squid
# as a transparent proxy. Otherwise, virtual servers which
# require the Host: header will not be
properly cached.
#
#Default:
httpd_accel_uses_host_header
on
Esta
tag permite ou nega o acesso ao Squid. Você pode
permitir ou negar todos os pedidos. Também é possível permitir ou negar pedidos
baseados em uma lista de acesso pré-definida. Se for removido todas as entradas
http_acess, todos os pedidos serão permitidos por padrão.
Os
clientes proxy não serão capazes de usar o servidor Squid proxy-caching até que você modifique as tags http_acess. Observe que recomenda-se
algum nível de controle de acesso, por isso não remova todas as tags http_acess.
Onde está:
# http_access deny all
#
#Recommended
minimum configuration:
#
# Only
allow cachemgr access from localhost
http_access
allow manager localhost
http_access
deny manager
# Deny
requests to unknown ports
http_access
deny !Safe_ports
# Deny
CONNECT to other than SSL ports
http_access
deny CONNECT !SSL_ports
deixe:
#
http_access deny all
#
#Recommended
minimum configuration:
#
# Only
allow cachemgr access from localhost
http_access
allow manager localhost
http_access
deny manager
# Deny
requests to unknown ports
http_access
deny !Safe_ports
# Deny
CONNECT to other than SSL ports
http_access
deny CONNECT !SSL_ports
http_access
deny blockedsites !unblockedsites
http_access
allow all
A
linha http_access allow all irá liberar o acesso para
todos as pessoas na rede utilizarem o proxy.
Esta
tag irá configurar o usuário que será utilizado para executar o squid no
momento da inicialização do processo.
Onde está:
#
# If
Squid is not started as root, the default is to keep the
# current
UID/GID, and only the GID can be changed to any of
# the
groups the user starting Squid is member of. Note that if
# Squid
is not started as root then you cannot set http_port to
# a value
lower than 1024.
#
#Default:
#
cache_effective_user nobody
Deixe:
#
# If
Squid is not started as root, the default is to keep the
# current
UID/GID, and only the GID can be changed to any of
# the
groups the user starting Squid is member of. Note that if
# Squid
is not started as root then you cannot set http_port to
# a value
lower than 1024.
#
#Default:
cache_effective_user
squid
Para
saber se está funcionando, você deverá iniciar o serviço Squid e depois usar o
programa cliente do Squid no servidor local para verificar se os dados da página
Web estão sendo gravados no cache. O cliente do Squid apresenta dados à medida
que são gravados no cache, e é extremamente útil no teste do funcionamento do cache proxy e na solução de problemas.
Inicie
o proxy cache Squid com o seguinte comando:
# /usr/local/squid/sbin/squid -z
# /usr/local/squid/sbin/squid
# /usr/local/squid/bin/squidclient
http://www.laureano.tk
Lembre-se
que os diretórios devem pertencer ao usuário configurado anteriormente.
Se
aparecer alguma mensagem de erro, verifique os arquivos de log que se encontram
em /usr/local/squid/var/logs.
Um
cliente proxy é um sistema que utiliza os serviços de um
servidor Web de proxy-caching. Dependendo da configuração
de sua rede, um cliente pode ou não ter que ser configurado como cliente proxy para poder usar um servidor proxy cache na Web. Por exemplo,
alguns firewalls são configurados para encaminhar todo o tráfego da porta 80
que estiver saindo da rede para o servidor de proxy cache na Web. Neste caso,
os clientes proxy não precisam de configuração manual. Em outros casos, o
cliente detecta automaticamente a informação do servidor proxy na rede e a utiliza para todo o acesso à Internet.
Configurar
um cliente proxy é muito mais fácil do que configurar o
Squid. Toda a configuração do cliente proxy é concluída dentro do
aplicativo do navegador.
No Mozilla:
Entre
em edit - preferences

Configure no item Advanced – Proxies.

No Windows Explorer:
Entre em Ferramentas
– Opções da Internet

Selecione
a aba Conexões e depois clique na opção “Configurações da
LAN”.


Você também pode
especificar um servidor proxy para cada opção de protocolo. Clique em
“Avançado”
